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Descendo para Portsmouth e no fundo Oceano: Sobre a dificuldade de se auto-apreciar!

Oi pessoal,

Há uns dias atrás eu fui para Portsmouth, uma cidade bem na costa da Inglaterra. Dessa vez eu infelizmente não visitei nenhum museu, mas vamos ver se na próxima eu dou um jeito nisso. Eu amo barcos e museus, então você já pode imaginar como eu ficaria em um museu DE BARCOS né?

A cidade é super lindinha. A estação de trem é bem antiga e simples, mas quando eu dei os meus primeiros passos por lá já fiquei encantada. Você anda no meio de um monte de gente com malas enormes ou bicicletas e quando finalmente escapa da multidão, dá de cara com um janelão imenso que corta o meio da parede de concreto, mostrando os barcos logo atrás. Eu poderia ter parado pra chorar de emoção ali mesmo, mas eu segui o povo até a saída da estação, que dá diretamente pra um tipo de mirante bem acima do oceano. O cheiro de maresia (que eu adoro) é super forte e eu tive a sorte de ir num dia ensolarado e gostoso que me deixou fazer umas gravações muito tchucas, como a que está no final do post.

Vou ser sincera com vocês, eu peguei uma gripezinha super chata e talvez por isso minha memória esteja meio embaralhada, então não consigo lembrar bem de todo o passeio. E não me entendam mal, eu curti pra caramba meu tempo por lá, mas o que eu LEMBRO mesmo foi uma cena animal que eu achei SUPER interessante e que me fez pensar, meio sem querer, em todas as minhas fraquezas.

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Escrifania – Escrever dói demais: sobre escrita e perguntas sem resposta.

Fala galera, tudo bom com vocês?

Acho que eu já mencionei antes que eu gosto muito de escrever, né?

Mas o que eu não mencionei é o quão grande é esse meu amor. Desses que dói – porque eu continuo pensando o quanto eu gostaria de viver disso e quão difícil isso seria. Eu consigo enxergar claramente o meu MEDO de tentar a vida como uma escritora. O medo de não ter dinheiro, de passar tempo demais tentando algo que não vai florir e que na realidade vai só me “desvirtuar” de um caminho que pode me dar muito dinheiro e que, portanto, vai me ajudar a realizar coisas que eu quero muito.

E muitas vezes eu vou domir com isso girando na minha cabeça, sem parar.

Mas… Eu preciso contar histórias.

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Que lugar é esse? Um cais em Hamble e A PERGUNTA FATAL!

Fala galera!

Nossa! Eu fiquei impressionada com a resposta de vocês! Que bom que estão curtindo os pensamentos dessa minha aventura 😀 Tomara que gostem dos próximos posts também, estou preparando uns bem legais! 😉

Hoje eu trouxe um videozinho curto sobre Hamble, uma cidadezinha portuária aqui perto, que voc~es podem ver ali embaixo. O lugar em si é lindo, ainda mais na opinião de uma maluca por barcos/praia como eu!

15---2Mas a minha parte favorita do passeio foi mesmo essa belezinha aqui do lado!

Um chocolate quente CATITO com muitos marshmallows e um cookie. Hmm!

Há quem diga que eu vou engordar nessa viagem, mas pra esses desagradáveis eu mandou apenas um joinha.

E assim como preocupações com o meu peso, com as minhas atividades e opiniões sobre o país, muita gente me fez a famigerada PERGUNTA FATAL. No meu caso, a pergunta fatal é “Mas Ligia, por que você foi praí?”

E eu acho que eu respondi a ela muito prontamente nas últimas semanas – talvez pela euforia da viagem, depois pela animação por ter passado na imigração, pela emoção de estar num lugar novo e enfim pelo êxtase de conhecer lugares que são mais bem descrios como “obras de arte”. De qualquer forma, foi só quando um amigo querido me fez essa mesma pergunta, essa semana, que eu realmente respirei fundo, parei e pensei: “Por que eu vim pra cá?”

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O que eu quero agora? Tentando lidar com a confusão!

E aí pessoal, tudo bom?

Desnecessário dizer que às vezes todo mundo se sente muito triste e muito pra baixo. A gente vive, como todos vocês sabem muito bem, num mundo predatório que não tem pena de ninguém. A gente se esforça muito, muito mesmo para conseguir o que quer – e às vezes tudo o que consegue é encontrar outra pedrinha (ou pedrona) pelo caminho.

E como é difícil não se deixar abater, né?

Nos últimos dias eu acabei notando sem querer muitos traços comuns em mim e na minha família. Somos no geral muito sensíveis e se você aí também for, sabe que isso pode ser uma droga às vezes! Agora, um segredo:

Segredo #3

Eu me deixo abater com facilidade.

E depois de perceber isso, eu fiquei muito desesperada – mais do que o normal -, e comecei a afundar lentamente numa espécie de apatia que era só o começo de um imenso poço de insegurança… Mas POR SORTE (olha ela de novo aí!) eu tenho uma família maravilhosa, que eu amo do fundo do coração. Eu realmente achava que ia escorregar lentamente até o final, até que eu recebi um conselho que eu com certeza vou guardar comigo.

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Que lugar é esse? Uma viagem de trem: a prisão mal-assombrada e uma surpresa a cada esquina

E aí pessoal, tudo bom?

Esses últimos dias eu vivi uma parte muito gostosa de viajar: Recostar na cadeira, respirar fundo, olhar pela janela meio aberta, vendo construções completamente diferentes lá longe e sentir o vento gelado endurecendo a ponta dos dedos, só pra então pensar: “Putz, to em outro país! O que mais eu posso conhecer?” e isso é animal, posso garantir. – É claro que depois você levanta apressado procurando uma meia quentinha, já com vontade de assoar o nariz, mas isso faz parte! ❤

Infelizmente a sensação de sentir um ventinho de outro país no rosto eu não posso compartilhar, mas acho que eu encontrei uma maneira LEGAL de fazer QUASE isso. Ficou com a PULGA da curiosidade? 8D

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